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Dicas para contratar seguro viagem sem dor de cabeça

Na hora de nos prepararmos para uma viagem pensamos em tudo — ou quase tudo. Isso porque são poucas as pessoas que se preocupam e tomam o cuidado de contratar um seguro viagem.

Este seguro, por mais que alguns pensem ser desnecessário, é importantíssimo. Afinal, em um lugar estranho e diferente, estamos ainda mais propensos a acidentes e a sofrer algum mal-estar.

E, nessas horas, o hospital público do país onde você se encontra pode não ser aberto ao atendimento a estrangeiro ou o particular pode custar parte significativa do seu orçamento de viagem.

Então, leia nossas dicas para contratar seguro viagem sem dor de cabeça. Vale a pena estar protegido.

1. Entenda o que é o seguro e o que é a assistência viagem

O seguro e a assistência oferecem, em geral, a mesma cobertura, diferenciando-se na forma de o segurado se dirigir à rede hospitalar.

Nesse sentido, no seguro viagem, em caso de necessidade, o segurado pode se encaminhar ao hospital que lhe convém. Além disso, ele mesmo deverá arcar com os custos diretamente com o hospital sendo, posteriormente, reembolsado por sua seguradora até o valor limite contratado.

Já na assistência viagem, o atendimento deve ser prestado por um dos hospitais de sua rede credenciada, dispensando-se o pagamento direto pelo segurado, pois será feito pela própria seguradora.

Algumas seguradoras oferecem os dois serviços juntos, de modo a proteger ainda mais o contratado.

2. Atente-se à obrigatoriedade do seguro para entrada em alguns países

Alguns países exigem a contratação do seguro viagem pelo turista como condição para sua entrada, como a maioria dos países da Europa. Em outros, ele é apenas recomendável, como nos Estados Unidos.

As nações signatárias do Tratado de Schengen exigem a contratação do seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros. É o caso da Alemanha, Espanha, Itália, Reino Unido, Portugal, França, Grécia e Holanda, por exemplo.

Por isso, vale a pena conferir se o seu país de destino não é um dos que faz essa exigência.

3. Avalie o valor do seguro a ser contratado

Como visto, o valor mínimo de seguro para entrada em alguns países da Europa é de 30 mil euros. No entanto, convém analisar o custo médio hospitalar do país de destino, para não ficar desprotegido e precisar assumir uma conta muita alta.

Isso porque em alguns países os valores de internação e de uma cirurgia podem ser bem altos. Casos em que o valor de 30 mil euros poderia ser insuficiente.

4. Analise as coberturas oferecidas

O seguro viagem tem como principais coberturas a morte acidental e a assistência aos procedimentos médicos.

No entanto, alguns seguros oferecem como cobertura adicional a assistência odontológica, de medicamentos, extensão de internação hospitalar, cancelamento de viagem, assistência jurídica, extravio e atraso de bagagem. Alguns oferecem até mesmo o traslado de corpo e a assistência funeral, em caso de morte.

Convém analisar essas coberturas adicionais, pois podem se mostrar necessárias.

5. Compare os seguros oferecidos

Você pode contratar um seguro tanto nas próprias agências de viagem, junto aos pacotes, como nas empresas de cartão de crédito, no banco e nas próprias corretoras de seguro.

Enfim, são muitas as opções, por isso vale a pena pesquisar preços e condições de cada seguro oferecido.

De todo modo, dê preferência para o serviço de seguradoras conhecidas no mercado e confiáveis.

6. Contrate o seguro pelo tempo certo

O seguro deve ser contratado para, no mínimo, o tempo de duração da viagem. Mas, para garantir a cobertura em caso de eventual atraso e cancelamento de voo, recomenda-se a contratação para até 02 dias após a data prevista de retorno.

Da mesma forma que nos preocupamos com nosso bem-estar enquanto estamos no Brasil, devemos nos preocupar quando estamos fora, pois, infelizmente, os acidentes acontecem. Assim, para ficar resguardado em caso de necessidade, o ideal é contratar o seguro viagem.

Essa contratação é fácil e seu valor é acessível. Além de ser infinitamente menor do que o custo de um atendimento hospitalar em um outro país.

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